Palavra de Taurina

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Meus anjos =)

Eu bem que queria poder falar de vocês. Eu queria poder descrever a emoção que é estar com vocês. O êxtase que toma conta de mim em cada momento com vocês. É um sentimento eufórico, que grita dentro de mim, numa busca incessante de querer se mostrar pro mundo, se fazer presente. E vocês se fazem presente. Presente em mim, na minha vid...a. Não precisa ligar. Não precisa escrever. Eu ouço a voz de vocês todos os dias na minha cabeça. Eu leio suas emoções, como se estivessem escrevendo dentro de mim. E vocês escrevem. Escrevem a nossa história. Escrevem esse amor lindo que temos uma por outra.



E os nossos momentos são tão nossos, que não dá vontade de dividir com ninguém. E sabemos que se dividíssemos ninguém entenderia. Nesse momento, não sou dona de mim e incrivelmente me adapto e me sinto parte de cada mania de cada uma de vocês. Eu me transformo em gestos e frases que não são minhas, mas que de alguma forma, naquele momento, me cai tão bem.


Eu viro o dedinho e a abaixadinha da Leli nas fotos, o aparelho e o sarcasmo da Layana. De repente eu perco a capacidade de entender piadas rápidas e minha risada mais parece com um soluço, como a da Barbara. Procuro conversar e entender o lado de cada um, como a Quel. E começo a me preocupar e a cuidar do jeitinho da Rachel. Mas também posso ser teimosa como a Márcia, pegar o absolut da Liz e chorar muito. Mas logo depois fico mansa, calma, feito a Mari até um bicho me morder e eu ficar “doce” e irredutível feito a Jaisah!


Então, foi um parágrafo um tanto infantil, mas acho que descreve bem o que eu quis dizer. Eu viro todas vocês quando estamos juntas. Acho que são essas diferenças que nos aproximam tanto e fizeram com que a gente se enxergasse nesse mar de gente.


Fico pensando se vamos ser assim daqui há um tempo ou até quando seguiremos nos amando e estapeando. E sinceramente, eu penso que esse amor vai durar vidas e mais vidas, pois não saberia o que fazer se no aniversário dos meus filhos não tivessem os nossos “derrama senhor”.

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